O treinador da Seleção Brasileira de Futsal, Marquinhos Xavier, se emocionou com a conquista da 12ª Copa América da Amarelinha na noite desse domingo (1º), após vitória sobre a Argentina por 2 a 1, na cidade de Luque, no Paraguai. Apesar da trajetória vencedora do Brasil, não escondeu a alegria e as lágrimas de quem trata cada título “como se fosse o primeiro”.
“É como se fosse o primeiro (título) e será sempre assim. Meu país é a coisa que eu mais amo, o futsal… Às vezes parece que não vou aguentar, que não vou ter força. A conquista é com um trabalho muito difícil, aqui sempre temos que ganhar e é para isso que trabalho todos os dias. Tenho certeza de que o povo brasileiro está muito feliz. Não sei até quando vou conseguir vencer ou ter força para motivar, mas enquanto eu estiver aqui, vou me esforçar ao máximo, mesmo que às vezes não dê certo, porque faz parte”, comemorou.
Em entrevista após o apito final, o técnico campeão do mundo em 2024 ressaltou a importância da família para se manter firme na busca por títulos.
“Sempre trago a família e falo que temos que sentir a nossa família no coração. Não tem outra explicação para viver uma vida neste mundo, se não for para orgulhar a nossa família, nossos filhos, nossos pais e nossas esposas, que estão sempre do nosso lado. Temos que trazê-los para o coração e fico emocionado porque sei que eles estão felizes”, celebrou o treinador, que também ganhou a Copa América de 2024.
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Na campanha vitoriosa, a Seleção obteve seis vitórias, teve apenas um empate, marcou 18 gols e sofreu seis. Na primeira fase, empatou na estreia por 2 a 2 com a Colômbia e derrotou a Bolívia (6 a 0), o Chile (2 a 0), e a Venezuela (2 a 1); na semifinal, eliminou o Peru por 4 a 2.
O título da competição foi o 12º da história da Amarelinha, campeã também das edições de 1992, 1995, 1996, 1997, 1998, 1999, 2000, 2008, 2011, 2017 e 2024.