o treinador das últimas conquistas de Liga Nacional e Libertadores  – LNF

Os 50 anos da ACBF são construídos por personagens que ajudaram a escrever a história do clube dentro e fora das quadras. E Marquinhos Xavier é um dos nomes que simbolizam esse legado recente. Atual treinador da Seleção Brasileira, ele comandou a equipe de Carlos Barbosa por seis temporadas, entre 2014 e 2019, período marcado por reconstrução, identidade e grandes conquistas. 

À frente do time laranja, o estudioso treinador liderou as últimas campanhas vitoriosas da ACBF na Liga Nacional e na Libertadores. Ao todo foram 28 campeonatos, com 20 finais e 12 títulos. Um ciclo de protagonismo e evolução.

— Eu cheguei em 21 de maio de 2014, num momento difícil da equipe, que precisava de uma reestruturação. Tivemos um trabalho bem difícil durante aquele ano, mas mirando o futuro, em 2015. que foi um ano maravilhoso para a equipe. Nós iniciamos um trabalho de reconstrução silenciosa. Foi possível organizar um pouco a equipe e também o caminho que nós iríamos trilhar — lembrou Marquinhos Xavier, que completou:

— Depois disso, a gente viveu anos realmente muito especiais, não só para mim como profissional, mas eu acho que para a equipe também, as conquistas das três Libertadores, Liga Nacional, Taça Brasil. Tudo isso trouxe para a equipe, naqueles anos, uma recuperação da imagem do que era realmente o valor de você trabalhar em Carlos Barbosa.

Carlos Barbosa 50 Anos treinador que ganhou os últimos titulo foto -Porthus Junior / Agencia RBS

período como treinador da ACBF representou um salto definitivo na carreira de Marquinhos Xavier e projetou ele para um novo patamar no futsal nacional e internacional. O trabalho desenvolvido em Carlos Barbosa, marcado por resultados, identidade e capacidade de gestão em um ambiente de alta exigência, chamou a atenção da Seleção Brasileira em 2017. Durante dois anos, Marquinhos viveu uma rotina de conciliar os comandos da ACBF e da equipe brasileira.

— A chancela de um multicampeão, de uma equipe muito vencedora, muitos aprendizados, principalmente em relação a você manter o nível de performance. Não é uma tarefa simples em qualquer modalidade e em qualquer nível que você dispute. Então, aqui, sempre o nível de exigência interno era muito grande e eu tive a possibilidade de caminhar junto com as conquistas. Foi importante passar por tudo isso e aprender também como lidar num ambiente de pressão, e num ambiente muito vencedor — comentou o treinador. 

As grandes conquistas

Dos 12 títulos conquistados por Marquinhos Xavier à frente da ACBF, alguns carregam peso simbólico especial na história recente do clube. Foi sob seu comando que o time laranja voltou ao topo do cenário nacional com a Liga Nacional de 2015, consolidou a força no país com a Taça Brasil de 2016 e atingiu o auge continental ao levantar três Libertadores consecutivas, entre 2017 e 2019

Uma sequência que não apenas ampliou a galeria de troféus de Carlos Barbosa, mas também reafirmou a ACBF como referência permanente no futsal sul-americano.

— Em 2015, nós iniciamos a Liga como um coadjuvante da competição, as coisas foram aumentando, foram melhorando. Chegou numa fase, principalmente nas fases de playoff, onde eu tinha uma convicção muito grande de que coisas boas iriam acontecer. Não tinha certeza do título. A certeza do título eu só tive nos últimos dois jogos mesmo.

Por fim, o treinador relembrou as conquistas consecutivas da Libertadores.

— Quando nós chegamos na Libertadores de 2017, foi também muito difícil, porque era a minha primeira competição internacional num peso sul-americano, em Lima, no Peru, e a gente conquistou o título também de forma muito bacana — afirmou Xavier, que finalizou:

— O segundo título foi especial, porque foi em casa, e era a primeira vez que a CBF vencia um título de Libertadores dentro de Carlos Barbosa. Tinha uma pressão enorme, porque tinha mais dois brasileiros disputando, então aumenta o número de concorrentes, e eram dois concorrentes fortíssimos, mas a atmosfera estava construída desde 2015. Então, essa atmosfera lotou o ginásio, empurrou a equipe, fez nós disputarmos jogos difíceis e com excelentes resultados. E a terceira, completamente diferente das duas anteriores, uma equipe desacreditada, uma reconstrução grande de novo em 2019, início de trabalho com esses atletas.

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